O treinamento com EMS (Estimulação Elétrica Muscular), que envolve o uso de impulsos elétricos para estimular contrações musculares, pode ser seguro quando usado adequadamente e sob supervisão profissional. Aqui estão alguns pontos a serem considerados em relação à sua segurança:
- Equipamento adequado: Certifique-se de que os dispositivos EMS sejam de fabricantes conceituados e estejam em boas condições de funcionamento para evitar mau funcionamento ou possíveis lesões. A ROOVJOY seria uma boa opção.
- Orientação profissional: É importante que o treinamento em primeiros socorros seja ministrado por um profissional qualificado que possa garantir o uso correto do equipamento e que as configurações sejam adequadas às suas necessidades individuais.
- Condições de saúde: Indivíduos com certas condições de saúde, como epilepsia, portadores de marca-passo ou outros problemas cardiovasculares, devem ter cautela ou evitar o treinamento de primeiros socorros. É sempre recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar o treinamento.
- Intensidade e duração: O uso de dispositivos EMS em alta intensidade ou por períodos prolongados pode causar distensão muscular ou desconforto. É importante seguir as orientações recomendadas e não sobrecarregar o equipamento.
- Hidratação e repouso: Manter-se hidratado e permitir um repouso adequado entre as sessões é crucial para prevenir a fadiga muscular e promover a recuperação.
Quando utilizada corretamente, a eletroestimulação muscular (EMS) pode ser uma ferramenta valiosa para o fortalecimento muscular e a reabilitação. No entanto, como em qualquer tratamento médico ou de condicionamento físico, é importante abordá-la com cautela e priorizar a segurança.
A seguir, apresentamos as informações médicas pertinentes baseadas em evidências.:
1. “O uso da Estimulação Elétrica Muscular (EMS) em atletas tem se mostrado geralmente seguro quando aplicado de acordo com as diretrizes do fabricante e nas intensidades recomendadas. Esta revisão destaca que os efeitos adversos são raros e geralmente associados ao uso incorreto ou a condições de saúde preexistentes. A supervisão adequada por profissionais treinados é essencial para mitigar quaisquer riscos associados ao uso da EMS.”—Santiago, LM, et al. (2022). Revista de Ciência e Medicina do Esporte.
2. A estimulação elétrica muscular (EMS) tem se mostrado uma ferramenta valiosa na reabilitação muscular, apresentando baixa incidência de efeitos adversos quando utilizada sob supervisão clínica. O estudo enfatiza que a EMS pode efetivamente melhorar a força muscular e a recuperação sem riscos significativos, desde que os protocolos de uso sejam seguidos e quaisquer condições de saúde preexistentes sejam consideradas.—Gonzalez, C., et al. (2021). Revista Internacional de Medicina Esportiva.
3. “Ao analisar o perfil de segurança da EMS, fica evidente que, quando administrada corretamente, ela é geralmente segura para a maioria das pessoas. No entanto, cuidados especiais são necessários para indivíduos com problemas cardiovasculares ou portadores de marca-passo. A orientação de um profissional qualificado é crucial para garantir a aplicação segura e evitar possíveis complicações.”—Cipriani, D., et al. (2020). Revista de Eletromiografia e Cinesiologia.
4. "O uso da eletroestimulação muscular (EMS) para melhorar o desempenho muscular pode ser benéfico, mas o perfil de segurança depende da aplicação correta e da adesão aos parâmetros recomendados. O monitoramento da intensidade e da duração é fundamental para prevenir efeitos adversos."—Fonte: Kim, R., & Lee, ST (2019). International Journal of Sports Physiology and Performance, 14(3), 405-412.
5. "A eletroestimulação muscular pode ser integrada com segurança em programas de reabilitação quando utilizada dentro das faixas de intensidade recomendadas e com supervisão adequada. A adesão a diretrizes baseadas em evidências ajuda a garantir que os benefícios da eletroestimulação muscular sejam alcançados sem comprometer a segurança do paciente."—Fonte: Davis, ER, & Collins, MT (2021). Rehabilitation Science, 45(4), 340-348.
Data da publicação: 14 de janeiro de 2022